Secretário de Segurança Alexandre de Moraes disse hoje (12) após reunião com prefeitos do Litoral Norte que os policiais presos em São Sebastião são bandido com distintivo

O secretário de segurança pública, Alexandre de Moraes, disse que os policiais presos podem ser expulsos da corporação.  “O policial que pratica crimes não é um policial, ele é um bandido com distintivo. A prisão deles, sem dúvida, foi um golpe grande ao tráfico de entorpecentes na região

O secretário de segurança pública, Alexandre de Moraes, disse que os policiais presos podem ser expulsos da corporação. “O policial que pratica crimes não é um policial, ele é um bandido com distintivo. A prisão deles, sem dúvida, foi um golpe grande ao tráfico de entorpecentes na região

O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, presidiu reuniões com prefeitos e com os comandos da polícias do Vale do Paraíba e Litoral Norte nesta sexta-feira (12). Durante os encontros, Moraes anunciou que pretende criar um convênio com o Ministério da Justiça para instalação de câmeras de vídeomonitoramento.
O anúncio ocorreu durante reunião do Gabinete Metropolitano de Gestão Estratégica da Segurança Pública (Gamesp) da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte.
“Estou em contato com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, para criação de um convênio tripartite – União, Estado e Municípios”, informou o secretário. “O foco será a instalação de câmeras, em especial para cidades pequenas”.

O Ministério Público acusa 10 policiais de receberem propina para não atrapalhar as atividades do tráfico de drogas no litoral, não prender suas lideranças e integrantes, e repassar informações sobre investigações ou operações policiais. Os promotores não falam em quantias que seriam pagas aos policiais, mas em uma conversa telefônica, os traficantes dizem que os policiais estavam exigindo um aumento de R$ 40 mil por mês na propina para continuar a proteger e repassar informações privilegiadas aos bandidos. O Ministério Público diz ainda que as interceptações telefônicas mostram que, quando traficantes eram presos por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os familiares ou amigos diziam que havia a possibilidade de acerto na delegacia, ou na gíria usada por eles “jogavam a letra do acerto”.

O Ministério Público acusa 10 policiais de receberem propina para não atrapalhar as atividades do tráfico de drogas no litoral, não prender suas lideranças e integrantes, e repassar informações sobre investigações ou operações policiais.
Os promotores não falam em quantias que seriam pagas aos policiais, mas em uma conversa telefônica, os traficantes dizem que os policiais estavam exigindo um aumento de R$ 40 mil por mês na propina para continuar a proteger e repassar informações privilegiadas aos bandidos.
O Ministério Público diz ainda que as interceptações telefônicas mostram que, quando traficantes eram presos por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os familiares ou amigos diziam que havia a possibilidade de acerto na delegacia, ou na gíria usada por eles “jogavam a letra do acerto”.

No acordo, ainda em fase de preparação, estaria previsto um repasse de verbas do Governo Federal. O Estado, junto com as Prefeituras, decidiria onde serão instaladas, além de complementar o montante se necessário. A medida ainda está em fase de tratativas.
Reunião com as polícias
Moraes também se reuniu com os comandantes e diretores das polícias Cívil, Militar e Científica na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte e anunciou novos equipamentos para as corporações.
“Em breve, vamos distribuir novos armamentos. Serão 700 fuzis, para permitir grandes operações de combate à criminalidade, além de licitar mais viaturas e um novo helicóptero biturbina para a Polícia Civil”, ressaltou o titular da Segurança.
Alexandre de Moraes aproveitou ainda para relembrar a entrega de 38 novas viaturas para a Polícia Civil da região, em fevereiro deste ano e um novo helicóptero para resgates aeromédicos para a PM, em março.
Nos encontros, o secretário ainda parabenizou a atuação dos policiais. “Por mais que nossa legislação seja fraca, principalmente para crimes mais graves, vemos o bom trabalho da polícia que tem batido recordes de produtividade”.
O secretário de segurança pública, Alexandre de Moraes, disse que os policiais civis da DIG presos em São Sebastião podem ser expulsos da corporação. “O policial que pratica crimes não é um policial, ele é um bandido com distintivo. A prisão deles, sem dúvida, foi um golpe grande ao tráfico de entorpecentes na região. A depuração é importantíssima, porque o policial que participa do tráfico não só está atrapalhando a sociedade, como também as investigações da policia”, disse.

Foto: Reprodução/TV Vanguarda/TV Globo

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