Secretaria do Meio Ambiente do Estado acolhe defesa do Instituto Gabriel Medina e obras são retomadas hoje (22) na Praia de Maresias

Para referendar, a anulação do embargo, o atendimento ambiental contou com a participação técnica da Phd em geologia, Célia Regina de Gouveia Souza, do Instituto Geológico do Estado de São Paulo. “Fica também o meu agradecimento a todos que nos apoiaram e sabem que estamos fazendo uma ação social importante para a comunidade, para o surf, para o esporte brasileiro”, acrescentou Gabriel Medina. “Vamos nos esforçar, nos dedicar. Queremos ajudar a criar novos talentos, novos heróis para o Brasil. Vai ser uma honra”, completou o primeiro brasileiro campeão mundial de surf

Para referendar, a anulação do embargo, o atendimento ambiental contou com a participação técnica da Phd em geologia, Célia Regina de Gouveia Souza, do Instituto Geológico do Estado de São Paulo. “Fica também o meu agradecimento a todos que nos apoiaram e sabem que estamos fazendo uma ação social importante para a comunidade, para o surf, para o esporte brasileiro”, acrescentou Gabriel Medina. “Vamos nos esforçar, nos dedicar. Queremos ajudar a criar novos talentos, novos heróis para o Brasil. Vai ser uma honra”, completou o primeiro brasileiro campeão mundial de surf

As obras do Instituto Gabriel Medina, na praia de Maresias, em São Sebastião, serão reiniciadas. Nesta quinta-feira (22) a Secretaria do Meio Ambiente do Estado anulou o embargo da obra, com base na defesa feita pelos advogados da família Medina, comprovando que no local onde será instalada a entidade não tem vegetação de restinga desde a década de 60, inexistindo área de restinga, muito menos impedimento à regeneração natural de vegetação. Com isso, a construção da sede segue seu ritmo normal e o cronograma inicial será mantido para o início das atividades em janeiro de 2017.

“Tinha certeza de que as autoridades fariam o certo. Foi um equívoco e tudo já se resolveu. Agora, vamos recomeçar e manter o nosso sonho”, disse o próprio Gabriel Medina, que fez questão de acompanhar o assunto de perto. “Quero agradecer o empenho de toda a minha equipe, sobretudo dos nossos advogados, o Luís Gustavo Fratti e Flávio Adauto Ulian, e também do André Motta, técnico ambiental, responsável pelo laudo apresentado”, complementou Medina.

No termo de anulação do embargo, assinado hoje, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente reconheceu que “os argumentos apresentados pelo autuado foram comprovados no ato do atendimento ambiental, sendo demonstrada a efetiva inexistência de vegetação desde a década de 60 e analisado que o local não possui características geomorfológicas de restinga strictu sensu. Além disso, não há impedimento da regeneração natural da vegetação, uma vez que houve alteração do substrato e a antropização histórica da área descaracterizou o local”.

Para referendar, a anulação do embargo, o atendimento ambiental contou com a participação técnica da Phd em geologia, Célia Regina de Gouveia Souza, do Instituto Geológico do Estado de São Paulo. “Fica também o meu agradecimento a todos que nos apoiaram e sabem que estamos fazendo uma ação social importante para a comunidade, para o surf, para o esporte brasileiro”, acrescentou Gabriel Medina. “Vamos nos esforçar, nos dedicar. Queremos ajudar a criar novos talentos, novos heróis para o Brasil. Vai ser uma honra”, completou o primeiro brasileiro campeão mundial de surf.

O INSTITUTO GABRIEL MEDINA

O Instituto Gabriel Medina está sendo erguido em Maresias, exatamente na praia onde o campeão mundial aprendeu a surfar. A ideia partiu do próprio surfista, em parceria com o pai e técnico, Charles Saldanha, e a mãe, Simone, como forma de retribuir ao esporte o sucesso alcançado. A proposta é aplicar a mesma metodologia de treinamento aos novos talentos empregada no ídolo esportivo para alcançar o posto de número 1 do Mundo. No total, serão 60 beneficiados, tanto no masculino quanto no feminino. São 336 metros quadrados de frente para o mar, incluindo academia para exercícios físicos, piscina, auditório, salas de aulas (inglês), refeitório.

Foto: Divulgação/Instituto Medina

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