Ex-capelão da Igreja de Santo Expedito foi preso hoje (25) pela corregedoria da PM em seu duplex na Riviera de São Lourenço em Bertioga

A paróquia de Santo Expedito é uma capelania militar. Por isso, Palópito responde tanto à Igreja Católica quanto à corporação. Assim, se for considerado culpado pelo crime pelo qual foi investigado, será afastado definitivamente da Polícia Militar. Segundo a secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, o padre também terá de responder criminalmente. De acordo com o Ordinariado Militar, espécie de arquidiocese para as Forças Armadas e polícia, Palópito está afastado do ministério sacerdotal enquanto tramita o inquérito. Desde que o escândalo veio à tona, não houve nenhum contato entre o padre e seus superiores

A paróquia de Santo Expedito é uma capelania militar. Por isso, Palópito responde tanto à Igreja Católica quanto à corporação. Assim, se for considerado culpado pelo crime pelo qual foi investigado, será afastado definitivamente da Polícia Militar. Segundo a secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, o padre também terá de responder criminalmente. De acordo com o Ordinariado Militar, espécie de arquidiocese para as Forças Armadas e polícia, Palópito está afastado do ministério sacerdotal enquanto tramita o inquérito. Desde que o escândalo veio à tona, não houve nenhum contato entre o padre e seus superiores

O padre Osvaldo Palópito, 60 anos, tenente-coronel da Polícia Militar e ex-capelão da Igreja de Santo Expedito, em São Paulo, foi preso na última segunda-feira (25), suspeito de improbidade administrativa e “crimes militares”, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.
A prisão preventiva foi pedida pelo coronel corregedor da PM Levi Anastácio Félix, responsável pelo inquérito que investigava o pároco. Palópito é suspeito desviar R$ 2 milhões da Igreja de Santo Expedito, localizada na Luz, no centro da capital paulista.
Padre Osvaldo Paló, como é conhecido, tinha uma porção popstar. Tem seis CDs gravados e fazia shows. Ainda que tivesse uma carreira paralela à rotina paroquial, a Corregedoria da Polícia Militar identificou desproporção entre seu patrimônio e seus vencimentos. Entre seus bens estaria um apartamento duplex na Riviera de São Lourenço, praia em área nobre do litoral sul de São Paulo, cujo valor está na casa dos milhões. A Corregedoria recebeu denúncias há alguns anos, mas o inquérito só foi aberto no ano passado, após interceptações telefônicas e quebra de sigilo.
No dia 31 de janeiro, ele pediu transferência para a reserva. Com isso, mesmo que seja considerado culpado, conseguirá manter alguns benefícios.
A paróquia de Santo Expedito é uma capelania militar. Por isso, Palópito responde tanto à Igreja Católica quanto à corporação. Assim, se for considerado culpado pelo crime pelo qual foi investigado, será afastado definitivamente da Polícia Militar. Segundo a secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, o padre também terá de responder criminalmente. De acordo com o Ordinariado Militar, espécie de arquidiocese para as Forças Armadas e polícia, Palópito está afastado do ministério sacerdotal enquanto tramita o inquérito. Desde que o escândalo veio à tona, não houve nenhum contato entre o padre e seus superiores.
Foto:Divulgação/Facebook de ‎Osvaldo Palopito

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