Campanha contra a violencia de alunos nas escolas feita em 1999 pelo jornalista Carlos Valim e Tatyana Dantas com o apoio do ex-deputado e lider do PSDB Paulo Julião e Lu Alckmin e Lila Covas recolheu 10 toneladas de brinquedos violentos em SP

Campanha contra a violencia de alunos nas escolas feita em 1999 pelo jornalista Carlos Valim e Tatyana Dantas com o apoio do ex-deputado e lider do PSDB Paulo Julião e Lu Alckmin e Lila Covas recolheu 10 toneladas de brinquedos violentos nos teatros de São Paulo, onde as crianças ao levar armas de brinquedo ou jogos violentos ganhavam 50% de desconto em todas as peças de teatri infantil com o apoio da APETESP e todo a classe artistica em São Paulo.
( na foto: o jornalista Carlos Valim e a attiz e diretora de teatro Tatyana Dandas com as primeiras-Damas Lila Cocar e Lu Alckmin que participaram da campanha e deram todo o apoio do Governo do Estado de São Paulo

Jornalista Carlos Valim e a atriz e diretora de teatro Tatyana Dantas fazendo a parceria da campanha com Lila Covas, Mario Covas e Antomio Wagner Pereira o chefe de gabinete da primeira-Dama do Estado de São Paulo

Prevenção e controle da violência escolar
Proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima
Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evitar a violência escolar. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão? Claro que sim. Pelo menos existem algumas pautas que podem ajudar tanto a família como os educadores e a sociedade de um modo geral, a prevenir este fenômeno. Lutar contra o abuso é uma responsabilidade de todos. Cada parte implicada deve cumprir seu papel.

Encaminhamento e discurso do ex-deputado lider do PSDB Paulo Julião no plenario da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

A família e a violência
Educar é uma tarefa muito difícil já que os pais e mães não são especialistas em pedagogia ou tenham nascido preparados para educar seus filhos. Mas a família se constrói e seu posicionamento é considerado essencial para a socialização das crianças, através da transmissão de valores, normas, comportamentos, etc. A família é que tem que estabelecer o que é reprovável e o que é aceitável, em casa e nas relações sociais. Segundo os especialistas em agressão escolar, a ausência de regras, a falta de supervisão e de controles razoáveis da conduta dos filhos fora do colégio, do que fazem e com quem andam, é uma tarefa muito difícil. A falta de comunicação e a ocorrência de tensões e de brigas na família, podem levar aos filhos adquirirem condutas agressivas.

Oficio encamihado pela primeira-Dama informando a divulgação e o apoio feito junto a todas entidades assistencias cadastradas no Governo do Estado de São Paulo

O que a família pode fazer
Existem cursos e reuniões de escola de pais e mães que podem orientar aos progenitores do que podem fazer para mantê-los longe dos abusos. Baseiam-se em regras básicas, como:

1- Preocupar-se com seus filhos, falando com eles. Criar um canal de diálogo com eles. Evitem os monólogos. Aprende-se e se conhece melhor os filhos ouvindo-lhes.

2- Estar atento aos possíveis sintomas como nervosismo, falta de apetite, insônia, baixo rendimento escolar, fobia escolar, etc.

3- Controlar e supervisionar as condutas de seus filhos, observando o que faz, onde anda, com quem brinca, quais são seus interesses, projetos, etc.

4- Determinar os limites e as normas. Exigir o cumprimento das elementais.

5- Educar para controlar as emoções, para comportar-se com os demais, para a convivência.

6- Observar os comportamentos, estados de ânimo e as mudanças nos hábitos das crianças.

A escola contra a violência
O tipo de disciplina que existe na sala de aula e no centro educacional é de fundamental importância na construção de uma boa conduta. A constante supervisão nas aulas e no pátio, assim como em cantinas (durante o recreio), pode-se detectar se está ocorrendo alguma agressão escolar. Professores e monitores devem estar presentes, sempre.

O que as escolas devem fazer
A princípio, não fechar os olhos à realidade. Estabelecer regras para evitar o abuso, manter uma caixa de sugestões e de queixas sempre aberto, tratar o tema através de cursos, conferências ou palestras, colocar os monitores ou vigilantes na cantina, no recreio, e em outras zonas de risco, introduzir e manter matérias de educação em valores, e intervir de uma forma rápida, direta e contundente no caso de haver suspeita de agressão escolar. Em concordância com o centro educacional, os professores devem colaborar na identificação de algum caso, ou simplesmente estabelecendo com seus alunos normas de não agressão.

O que podem fazer as instituições e os meios de comunicação
Criar e manter um telefone público para as crianças é uma forma de abrir uma porta a seus possíveis conflitos. As campanhas anuais de sensibilização também podem funcionar para prevenir a agressão escolar. Quanto aos meios de comunicação seria interessante e muito viável que controlassem mais os conteúdos que exibem ou publicam. A sociedade em geral deve prevenir e cortar possíveis sinais de agressão. É necessário estar atento e não deixar passar nada ou pensar que tudo é normal ou se trata de uma piada. Quando uma criança zomba, ameaça ou bate em outra criança, deve-se intervir para que isso não se repita. Quando no pátio do colégio alguém zomba do aspecto de outra pessoa, deve-se repreendê-lo. O mal se corta pela raiz.

“Paulo Roberto Julião dos Santos, foi prefeito de São Sebastião 4 vezes, fundador do PSDB e PSB em São Sebastião, foi o unico Deputado Estadual eleito por São Sebastião com 91 mil votos ( o nono deputado mais votado do estado de São Paulo), foi Lider do PSB e do PSDB na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo”Paulo Julião Caiçara e filho da terra que foi um homem de confiança dos Governadores; Franco Motoro(PMDB); Luiz Antonio Freury Filho(PMDB); Mario Covas(PSDB) e Geraldo Alckimin(PSDB)”

Foto: Divulgação/Goverro do Estado de São Paulo

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