Alunos da EM Cynthia Cliquet Luciana visitam aldeia indígena na praia de Boracéia em São Sebastião

Alunos do oitavo ano da EM Cynthia Cliquet Luciana, na Enseada, realizaram uma visita à aldeia Tupi-Guarani do Rio Silveiras, em Boraceia, na Costa Sul de São Sebastião

Alunos do oitavo ano da EM Cynthia Cliquet Luciana, na Enseada, realizaram uma visita à aldeia Tupi-Guarani do Rio Silveiras, em Boraceia, na Costa Sul de São Sebastião

Alunos do oitavo ano da EM Cynthia Cliquet Luciana, na Enseada, realizaram uma visita à aldeia Tupi-Guarani do Rio Silveiras, em Boraceia, na Costa Sul de São Sebastião. A atividade faz parte do projeto de leitura realizado pela professora de Língua Portuguesa, Shirlei Rodrigues, que trabalhou durante todo o bimestre temas linguísticos e heranças atuais da cultura indígena na sociedade.

De acordo com a professora, um dos objetivos do projeto desenvolvido é o de mostrar na prática as influências da cultura indígena na língua portuguesa falada no Brasil. “Nós temos características em nosso idioma que existem apenas em nosso país em virtude tanto da influência indígena quanto da africana. Portanto, este trabalho é bastante pertinente, pois demonstra toda a miscigenação que existe na nossa comunidade e como é importante reconhecê-la e respeitá-la”, declarou a professora.

Os estudantes foram recepcionados pelo cacique da tribo, Adolfo Timóteo. Durante o encontro ele explicou como é o funcionamento da aldeia, seus sistemas de organização, além dos diversos aspectos da cultura e costumes da vida indígena. “Aqui nós não temos legislações escritas como os homens brancos, porém nós temos regras muito rígidas que devem ser seguidas por todos os índios para que haja ordem dentro da aldeia”, explicou o cacique.

Os alunos fizeram ainda uma caminhada para conheceram a escola, as habitações (ocas), a Casa de Rezas (Opy) onde são realizados os rituais tradicionais dos índios.

Para as jovens Karoline dos Santos, 14, Natasha Silva da Luz, 14, e Andreza Silva, 13, a visita foi muito esclarecedora e produtiva. Elas contam que tiveram chance de ver pessoalmente coisas que antes só conhecias livros de história.  (BR)

Foto: Beatriz Rego/PMSS

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